Mineração · Vale · Timbopeba
Engenharia, automação e start-up do sistema de aspersão de vagões
A SEABRA desenvolveu a engenharia elétrica e de automação, os softwares de controle e supervisão e apoiou os testes, o comissionamento e o start-up do sistema de aspersão de vagões da Vale em Timbopeba. O trabalho foi executado em parceria de engenharia com a Irricom.
O desafio
Estruturar a automação de uma nova planta de aspersão de polímero em vagões no pátio de produtos e carregamento de Timbopeba, integrando processo, elétrica, instrumentação, controle e operação em uma mesma solução.
Engenharia elétrica e de automação
- Memorial de processo e arquitetura de automação.
- Listas de instrumentos, entradas e saídas, cargas e materiais.
- Projetos construtivos de painéis e locação de instrumentos e painéis.
- Força e controle, rotas de cabos, eletrodutos, aterramento e proteção contra descargas atmosféricas.
Software e integração
- Desenvolvimento do software do PLC e do sistema supervisório.
- Controle das bombas de água e polímero.
- Integração de sensores e atuadores do processo.
- Rotinas de segurança, alarmes, relatórios e históricos operacionais.
Da engenharia ao start-up
Além do desenvolvimento documental e dos softwares, a equipe participou do levantamento de campo, do teste de plataforma, do comissionamento e da entrada em operação da automação em Timbopeba. Essa continuidade reduz a distância entre o projeto e a realidade do processo, porque os mesmos critérios definidos na engenharia são verificados durante os testes e a posta em marcha.
Relação do projeto: a SEABRA executou o trabalho para a Irricom, com aplicação final na operação da Vale em Timbopeba. A Vale não é apresentada como contratante direta da SEABRA.
Escopo confirmado: engenharia, software, teste de plataforma, comissionamento e start-up do sistema de aspersão de vagões.
Registros em campo e pós-venda
Os registros abaixo mostram a aplicação em Timbopeba, o sistema de aspersão em operação e os painéis de automação durante o acompanhamento pós-venda.
Presença no start-up: Matheus Starling, da equipe SEABRA, permaneceu três meses em Timbopeba acompanhando o start-up do sistema.





Capacidade demonstrada
O projeto evidencia a capacidade da SEABRA de conectar engenharia elétrica, automação, software e campo em uma entrega industrial completa, mantendo rastreabilidade técnica desde o levantamento até a entrada em operação.
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